Saturday, August 2, 2014
Story of my life…

Story of my life…

Tuesday, May 27, 2014

Journalism is not a profession truly; it’s a craft. And so you don’t need any training to become one. You can just do it, which is the route that I came.

And so ethics and morality and the kind of New York Times set of rules about what you can and can’t do and the guidelines that you receive there wasn’t a part of my background at all. And I really came to it more as a citizen and as a person than as a photographer. That is kind of an aside, in a way.

So my thoughts about interceding and not interceding, whether it was correct as a photographer, were unformed, and they became formed. And what I stuck to was really that: Why does it matter if you intercede to save somebody or not?

You know, and I did, on many occasions, attempt and sometimes succeed and sometimes not. You know, to intercede to change the picture, is unethical. To intercede at the cost of doing your job as a journalist, I think that’s a personal choice you make. And I have no issue with people on the other side of that divide.

(…)

Where does that put you as a journalist, you know? And so many times, I’ve ferried food in - especially in KwaZulu-Natal, where there were besieged communities, I would ferry food into some of the - you know, buy staple foods and mini meal and that kind of stuff, corn porridge, and take it in.

And did I feel I was doing something wrong? No, not at all. I mean, I don’t think it affected my journalism. I don’t think journalism should be objective, I think it should be subjective, as long as you’re honest about subjectivities. I think that’s much more honest than people trying to pretend to be truly objective.

Greg Marinovich - NPR Interview - http://www.npr.org/2011/04/21/135513724/two-war-photographers-on-their-injuries-ethics
Wednesday, April 23, 2014 Sunday, April 20, 2014 Thursday, April 10, 2014

"o EP tem o clima que fez a Beatwise ser o que é: uma amostra sonora do lado melancólico da madrugada paulistana. É como se aquela cena clichê de olhar pelo vidro do ônibus e ver as luzes da cidade passando, o movimento dos transeuntes anônimos, as buzinas, os mendigos, com um jazz no fone de ouvido e sentindo aquele bucolismo gostoso que é saudade do que não se viveu ou evitou viver." => http://thump.vice.com/pt_br/words/abud-sao-paulo-jazz-impressoes-beatwise-recordings

Sunday, March 23, 2014 Tuesday, March 11, 2014
Sunday, March 2, 2014

In the liberated zones of the north, Jabhat al-Nusra and Ahrar al-Sham have taken responsibility for supplying the populace with the necessities of life, distributing food, medicines, blankets, heating oil—and of course their worldview, which the people there must accept whether they want it or not. In early June in Aleppo, foreign extremists murdered a 15-year-old boy. His crime was insulting the prophet. The sentence was carried out immediately, with multiple gunshots to the head. In the middle of the street, in full view of his parents. Who are the good guys in this war and who are the bad guys? President Assad gets help from Iran and the Lebanese Hezbollah, the extremists from Qatar and Islamic charities. The only rebels who get no help from anyone, and who are now trapped between the front lines, are the ones who started the revolution more than two years ago: the pro-democracy movement that sought equality and human rights.

“Yes, we are Islamists, because we believe in Islam. But we reject the Islam of the extremists! Those are crazy people,” Abu Ahmad says. After a moment he adds, “Of course they’re the only people who are helping us.” There is nodding on all sides.

“I want a Syria in which everyone lives together in peace,” Amir says. “Sunnis, Shiites, Alavites, Kurds, Druze, Christians. And we don’t want to trade Assad for a new dictator. That’s not why we started the revolution.”

All three Muhammads add, “Allahu akbar!”

Dodging Bullets with Syrian Rebels Who Love Soccer and Adolf Hitler | VICE United States
Saturday, January 25, 2014

Ninguém quer viver uma vida ordinária. Todo mundo quer sentir um sabor especial, sentir que vale a pena. Dizem que a gente tá vivendo a era da informação, a sociedade da informação. Acho que essa época já passou. A gente tá vivendo a sociedade da propaganda. O excesso de informação fragmentada se torna simplesmente propaganda. As pessoas buscam informação através da propaganda, e assimilam fragmentos de informação pra gerar algum produto que possam vender, e pagar pela vida que vendem pra eles através de propagandas, e depois fazer propaganda da vida que eles acabaram de adquirir no Facebook, pra que outras pessoas achem que eles fizeram as escolhas certas e assim, comprem o que eles tão tentando vender também através dessa propaganda da vida privada. Tudo se torna propaganda. O rap atual é pura propaganda. Mas isso é só uma parada que veio na minha mente agora… O meu disco não fala só disso e nem exatamente disso, eu tô mentindo. Eu tô, agora, fazendo propaganda do meu disco. Ou talvez esteja sendo sincero demais. Isso não é bom. E agora tô confundindo. Tática de propaganda. Tô confundindo, pra gerar uma expectativa. A verdade é que não posso falar agora exatamente o que é. Preciso fazer mais propaganda, antes.

Como você vê falar de amor e sexo no rap? Fora alguns exemplos isolados (e nisso encaixo o seu trabalho e o próprio Costa a Costa), isso ainda não foi bem resolvido pelo rap brasileiro, principalmente pra tratar de sexo. Você vem numa pegada que dosa bem sacanagem e romance. Acha que é um tema difícil de abordar no Brasil? Por quê?
Não acho difícil. Acho que sou um cara sacana e romântico, deve ser por isso [risos]. Mas geralmente não me identifico com a forma que a maioria dos caras fala de mulher, nem no rap, nem na maioria dos outros estilos de música. Às vezes escuto e sinto que não falaria assim com uma mulher, se quisesse dizer tal coisa pra uma mulher. Às vezes, não com esse tom. Às vezes, não com essas palavras. Às vezes, eu simplesmente nunca diria isso [risos]. Geralmente acho muito estúpido, ou muito fresco, ou muito clichê, ou alguma combinação dessas três coisas.

http://www.vice.com/pt_br/read/dois-sons-novos-do-don-l

Tuesday, January 14, 2014