Wednesday, April 23, 2014 Sunday, April 20, 2014 Sunday, March 23, 2014 Sunday, March 2, 2014

In the liberated zones of the north, Jabhat al-Nusra and Ahrar al-Sham have taken responsibility for supplying the populace with the necessities of life, distributing food, medicines, blankets, heating oil—and of course their worldview, which the people there must accept whether they want it or not. In early June in Aleppo, foreign extremists murdered a 15-year-old boy. His crime was insulting the prophet. The sentence was carried out immediately, with multiple gunshots to the head. In the middle of the street, in full view of his parents. Who are the good guys in this war and who are the bad guys? President Assad gets help from Iran and the Lebanese Hezbollah, the extremists from Qatar and Islamic charities. The only rebels who get no help from anyone, and who are now trapped between the front lines, are the ones who started the revolution more than two years ago: the pro-democracy movement that sought equality and human rights.

“Yes, we are Islamists, because we believe in Islam. But we reject the Islam of the extremists! Those are crazy people,” Abu Ahmad says. After a moment he adds, “Of course they’re the only people who are helping us.” There is nodding on all sides.

“I want a Syria in which everyone lives together in peace,” Amir says. “Sunnis, Shiites, Alavites, Kurds, Druze, Christians. And we don’t want to trade Assad for a new dictator. That’s not why we started the revolution.”

All three Muhammads add, “Allahu akbar!”

Dodging Bullets with Syrian Rebels Who Love Soccer and Adolf Hitler | VICE United States
Sunday, August 4, 2013

Pixo Ergo Sum

Como o senhor vê o ensino da língua nas escolas?

Sou de uma época em que se ensinava Língua Portuguesa em todas suas manifestações, tanto na aula de gramática quanto na prática da leitura em voz alta. Hoje você pede a um rapaz que tenha concluído os dois níveis da escola, o fundamental e o médio, que leia um texto, ele não sabe ler em voz alta ou dar a entonação necessária. As salas de aula são formadas por um grande número de alunos, que por vezes são mal educados, postura que prejudica o trabalho tranquilo e fundamental do professor. Por outro lado, o salário de antigamente do docente não era tão melhor do queo de hoje, mas o professor tinha uma projeção social, o que não acontece mais.

Como devemos entender o conceito de erro aplicado ao ensino da língua? Começando pela diferença entre o linguista e o professor, dois profissionais fundamentais nesseprocesso. A linguística é ensinada na universidade e esse profissional quer dar a última palavra e criticar o trabalho do professor na sala de aula, mas na verdade os dois têm objetos e objetivos diferentes, porque o linguista trabalha com todas as variedades, não está preocupado com o certo ou errado e sim em entender como a língua funciona no seu habitat. Jáo professor é aquele que recebe o aluno com o material linguístico aprendido em casa e vai aperfeiçoá-lo para quepossa atingir uma posição na sociedade. Educar significa “conduzir para fora”, “educar para fora”. Nesse sentido, o linguista que acha que o professor não deve interferir na língua que o aluno traz de casa está dizendo uma meia verdade, porque essa bagagem pessoal é suficiente para sua intercomunicação, mas não pode ser considerada a língua que a sociedade vai exigir de um jovem no mercado de trabalho, por exemplo. Em resumo, antigamente, para ser professor, não havia faculdade específica. Era um médico que vinha das Ciências, da Química ou um padre que ministrava aula de línguas. Um homem que não tinha uma formação técnica suficiente, mas tinha cultura geral. Hoje, o professor que sai da universidade tem cultura específica linguística e aprende que todas as variedades linguísticas são válidas e estão corretas. Não é um problema de certo ou errado, mas sim de adequação e inadequação, de adaptação aos níveis linguísticos e às situações.

É válido pensar a opção pelo uso da gramática normativa como uma maneira de apartar socialmente quem desconhece a língua?

Essa é uma questão ideológica, porque realmente existe uma lacuna social que separa as pessoas,e a função da escola é diminuir a desigualdade; por isso, é imprescindível que ela seja de bom nível, a fim de evitar a política de cotas, que, em minha opinião, é o sinal da falência do ensino de qualidade. Infelizmente, a ideia aparentemente democrática de respeitar os outros significa a continuidade do não aprendizado.

Revista e - Entrevista - Evanildo Bechara
Sunday, October 21, 2012
Se uma pessoa emite um julgamento moral contra a homossexualidade, essa pessoa deve ser simplesmente confrontada com argumentos melhores. Mas, se ela pretende instalar sua crença na legislação ou desencadeie uma campanha de ódio e discriminação, entramos em outro território. Se essa propaganda homofóbica contribui para a instalação de um ambiente político em que gays, lésbicas, travestis ou transgêneros sintam-se moralmente depreciados ou fisicamente ameaçados, isso jamais poderá ser considerado “liberdade de expressão”. Na maior parte dos países europeus, o discurso antissemita é considerado racismo e contra a lei. E o discurso racista é mais facilmente identificado com a injúria do que o homofóbico. Eis o problema. Nos EUA, a liberdade de expressão tende a ser considerada um direito que se sobrepõe a todos os outros e, por isso mesmo, o último a ser passível de restrição. Então, mulheres, travestis e transexuais podem ser perturbados nas ruas sem que isso seja considerado contra a lei, a não ser que fique explícita a intenção de agredir. E o risco de se tolerar esse tipo de discurso é criar um ambiente público intoxicado. Judith Butler, professora da Universidade da Califórnia, em Berkeley, autora da comentada Queer Theory, que sustenta que a identidade sexual ou de gênero é resultado de uma construção social e não de papéis biologicamente definidos, em entrevista ao caderno Aliás, do Estadão.

(Source: estadao.com.br)

Monday, July 23, 2012 Friday, July 13, 2012 Tuesday, July 3, 2012

(obs. queria poder citar a fonte do desenho, mas ninguém quem fez….êêê internet!)

(Source: Spotify)